29/08/2017 às 16:35

Realidade aumentada e virtual no varejo de móveis

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O uso da tecnologia no varejo e a transformação no modo de compra acarretam na necessidade de mudança por parte das lojas no momento de exibir e vender produtos. Atualmente, duas funcionalidades que podem – e devem – estar cada vez mais presentes no varejo de móveis são as realidades aumentada e virtual. Elas fazem parte de uma convergência no varejo que tende a aumentar conforme os consumidores buscam por mais interatividade, variedade e experiência de compra.

Elas se enquadram dentro de um consumidor que, por meio da internet, realiza todo o processo da compra sem sair de casa. Ou seja, o cliente realiza comparações de preços, modelos e, quando se desloca até a loja, sabe exatamente o que procura, tornando a venda muito mais prática e rápida. Por isso, criar experiências dentro da loja é importante para trazer esse consumidor do ambiente digital para o físico.

“Agora estamos vivendo a era da omnicanalidade, ou seja, os diferentes canais de compra se conversam e convergem para oferecer uma experiência única e sem fricção ao cliente. Nesse contexto, as lojas físicas têm sofrido uma grande transformação, incorporando os conceitos e iniciativas do digital. Essa loja tecnológica tem como principal objetivo melhorar a experiência de compra, aumentando a conversão, vendas e rentabilidade”, declara a COO da GS&COMM, Caroline Giordani.

A COO aponta que o Digital Sighting (fornecer informações sobre produtos de maneira interativa, por meio de vídeos, resenhas, etc.) aumenta o nível de experiência e envolvimento com o produto. “Por exemplo, um sofá que está exposto, o cliente pode visualizá-lo em diversos ambientes e configurações”, diz.

Tecnologias para o varejo
Para ela, essa uma das maiores apostas do varejo de móveis: a realidade aumentada. “Acredito que essa é uma das iniciativas de maior engajamento para a indústria moveleira. O cliente poder estar na sua casa e simular como qualquer produto do catálogo fica no seu ambiente, alterando modelos, cores, tamanhos. Ao final da experiência, o que ficou melhor ele pode fazer a transação pelo mobile”, frisa Caroline.

O executivo da empresa Teradata, Maurício Andrade, assinala que, além da realidade aumentada, a realidade virtual é uma das tendências para o varejo de móveis. “A aplicação de realidade virtual permite que o cliente use um óculos virtual e tenha a sensação de estar inserido dentro daquele ambiente. Um bem durável não tem espaço para errar, é de se imaginar que o cliente queira ter mais certeza antes de fazer o investimento, assim ele fica menos suscetível ao erro”, comenta o executivo.

Andrade analisa que, antes, os aplicativos de realidade aumentada e realidade virtual necessitavam de muita tecnologia para funcionarem e em um mercado muito fechado. “Hoje em dia, ficou muito mais fácil. Provavelmente, no celular da grande maioria já existe tecnologia para realidade aumentada e virtual, é só ver a febre do Pokémon GO”, comenta.

Barreiras e oportunidades
A COO Caroline, aponta que uma das maiores barreiras existentes hoje no mercado brasileiro é o custo de implantação de toda essa tecnologia (já que ainda é caro desenvolver as aplicações, integrar os sistemas e adquirir os equipamentos). A infraestrutura das lojas também é outra questão, como o uso de banda de internet que consiga rodar todas essas aplicações.

Realidade aumentada e virtual são principais tendências para o varejo de móveis

Na opinião de Andrade, a aplicação de tecnologia no varejo de móveis ainda é pequena. “É um mercado mais conservador, no sentido de que as pessoas, quando se imaginam comprando móveis elas vão às grandes lojas de showroom, para ver como o móvel e o ambiente ficariam montadas de um determinado jeito”, pontua.

No entanto, ele destaca que algumas lojas investem no conceito de ambiente virtual para passar ao cliente a ideia de como ficaria isso na casa dele apostando em um apostam em um modelo de menor porte. “Essa é uma solução que já vemos bastante consolidada”, avalia.

Caroline explica que para adotar esse modelo de menor porte, é necessário o redesenho dos processos de loja e mudança de cultura e governança para preparar a empresa internamente, para que depois essa transformação seja repassada aos clientes. Outras tecnologias promissoras apontadas pela profissional são a reserva pelo site e finalização da compra na loja, ofertas personalizadas de acordo com o histórico de navegação e compra e o uso da geolocalização para apontar a loja mais perto do cliente.

Fonte: http://www.emobile.com.br/site/varejo/realidade-aumentada-e-virtual-no-varejo-de-moveis/

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