26/02/2016 às 15:14 - Atualizado em 05/01/2017 às 17:01

Fecomércio pede soluções para o tráfego de cargas na Capital

Ascom Fecomércio TO

Desde o final de janeiro, a minuta de um decreto que proíbe o tráfego de caminhões em Palmas tem gerado polêmica. Diante desta movimentação, o prefeito de Palmas, Carlos Amastha, tem se reunido com empresários e entidades classistas em busca de um consenso sobre o assunto. Esta manhã, 22 de fevereiro, foi à vez das federações estaduais: Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio), Federação das Indústrias (FIETO) e Federação da Agricultura e Pecuária (Faet), além da Associação Comercial e Industrial de Palmas (Acipa). O Encontro ocorreu às 11h, no gabinete do Prefeito no AMA.

Os representantes das entidades pediram ao prefeito Carlos Amastha, a criação de um “corredor de conexão” provisório, ou seja, um acesso alternativo para os caminhões de cargas pesadas, como grãos e insumos. A proposta é que os caminhões possam ter acesso a Palmas por meio da Av. NS 15, passando pelo Setor Santo Amaro, seguindo pela Região Norte até chegar a Ponte FHC, que dá acesso a Luzimangues e Paraíso.

Os demais caminhões de cargas urbanas serão normatizados por outro decreto, o qual já foi discutido e aceito pelos empresários locais e será publicado amanhã, 23 de fevereiro.

O prefeito Carlos Amastha explicou o motivo desta decisão e mostrou os impactos para o trânsito e para a infraestrutura do munícipio. Além disso, se colocou a disposição para outras possíveis alternativas e sinalizou positivamente sobre esta solução provisória. Mas como já havia declarado anteriormente, ele sugere que esta proposta das entidades passe por uma audiência pública com os moradores da região do trajeto e que a sinalização e benfeitorias nas vias não fique sob a responsabilidade da Prefeitura.

A comitiva solicitou ao Prefeito a prorrogação do prazo proposto para a publicação do decreto que versa sobre este assunto, ficando estendido para a próxima segunda-feira. Até este prazo, os representantes das entidades buscarão junto ao Governo Estadual discutir novas soluções para o impasse, tendo em vista que a proibição afetará todo o transporte de cargas do Estado.

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